sábado, 29 de maio de 2010

Resíduos das Feiras Livres

Quem nunca passou por um local após o término de uma feira livre e viu lixo espalhado por toda a área?

São absurdas as condições que os feirantes deixam as ruas após o trabalho: caixas de madeiras quebradas, restos de vegetais, ossos, resíduos de carne, copos descartáveis, guardanapos de papéis... São imagens nada agradáveis aos olhos de quem passa no local e muito menos aos de quem mora próximo aos locais de realização das feiras.

Acredito que poderia ser desenvolvido um trabalho pelas prefeituras para conscientizar os feirantes a recolherem e acondicionarem os resíduos em sacos plásticos deixando-os organizados para coleta pública. Os garis entrariam apenas como forma de finalizar o serviço, dando acabamento à limpeza das ruas e áreas.

Não penso que seriam necessárias punições aos feirantes, pois trata-se de um processo cultural, e acredito ainda que se a população também fosse orientada esse problema (que é um problema de saúde pública) seria resolvido muito mais rápido.

Postei estes comentários no Twitter hoje para o Prefeito de Goiânia Paulo Garcia e ele está me seguindo!!!! Isso é ótimo! Acho que meu "projetinho" despertou interesse. Vou postar como causa no Envolva-se!.

Ótimo final de semana.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O PAPEL DO LÍDER DA SUSTENTABILIDADE CORPORATIVA

Muito bom o artigo abaixo. Os créditos da publicação estão ao final do texto. Boa leitura!


"Sabemos que são poucas as empresas que já designaram o seu líder na competência da sustentabilidade corporativa. Nas empresas multinacionais, esse profissional é chamado de CSO – Chief Sustainability Officer, seguindo a moda das siglas como CEO, CFO, CIO, CTO dentre outras. Nas empresas nacionais, pode ser chamada de Diretora ou Gerente de Sustentabilidade.

O nome do cargo é escolhido conforme a cultura e práticas de recursos humanos de cada empresa. O mais importante aqui é refletir e debater sobre a missão desse importante profissional no novo cenário empresarial.

Se essa competência é, de fato, uma prioridade para a empresa, esse líder se reportará diretamente para ao CEO ou Presidenta. Nesse nível de reporte, a empresa informará claramente para a organização e aos seus stakeholders, que a Sustentabilidade Corporativa passará a ser uma competência estratégica para o seu negócio.

O perfil comportamental dessa profissional deverá estar relacionado à sua capacidade de atuar como agente de transformação como também um excelente nível de relacionamento interpessoal. Ela transitará e atuará com todas as organizações, devendo abrir e manter portas abertas com seus pares e colaboradores. Uma dose ajustada de bom humor e paciência, ajudará bastante, porque nem todos os profissionais são maduros e preparados para reconhecer na sustentabilidade corporativa, algo importante para empresa na sua totalidade. Seja dentro ou fora dela.

É possível listar as principais atribuições da Líder da Sustentabilidade Corporativa, contudo, cada CSO ou cada Executiva deverá moldar esta competência considerando aspectos como necessidades imediatas de cada empresa, sua maturidade frente ao tema e seu respectivo mercado. Podemos contextualizar suas atribuições dentro dos âmbitos externo e interno à empresa:

Atuação externa:

√ Ser porta-voz e formador de opinião sobre a Sustentabilidade Corporativa através da publicação de artigos, palestras, exposição de projetos da empresa e debates com seus pares;

√ Relacionar-se com líderes do pensamento em sustentabilidade corporativa, mantendo-se como canal aberto de comunicação;

√ Trabalhar com Marketing de Comunicação para posicionar a empresa como player focado na sustentabilidade corporativa;

√ Acompanhar os passos da concorrência local e global e promover estudos de análise de tendências de mercado e tecnologias;

√ Incentivar, coordenar e permitir a colaboração da empresa em projetos de sustentabilidade e melhores práticas, sempre observando o contexto no qual a empresa está inserida;

√ Representar a empresa junto aos órgãos governamentais e institucionais diretamente ligados ao tema da sustentabilidade;

Atuação interna:

√ Desenvolver uma visão estratégica para a empresa, garantindo que a competência da sustentabilidade permeie toda a organização;

√ Interagir com a organização para coordenar recursos em todas as áreas visando o compartilhamento de idéias, tecnologias, processos e melhores práticas;

√ Incentivar e promover a participação de todos os colaboradores;

√ Trabalhar com Marketing de Produto e Serviços para estabelecer plano de ação para promover ajustes nos produtos atuais e futuros, maximizando os índices de sustentabilidade no seu desenvolvimento, embalagem, entrega, logística reversa e descarte;

√ Trabalhar com Setor Jurídico para garantir aderência às leis e legislações de cunho ambiental;

√ Desenvolver uma equipe de profissionais de sustentabilidade na empresa e suas linhas de negócios, aproveitando os recursos existentes e mobilizando outros apoios, com objetivos de promulgar uma mudança de cultura, políticas e melhores práticas.

√ Criar Key Performance Indicators para serviços e produtos visando componentes da sustentabilidade;

√ Avaliar aplicabilidade por exigência ou boas práticas de certificações como ISO 14001, Sistemas de Gestão Ambiental, Gestão das Emissões e Mitigações de GEE (Gases de Efeito Estufa)

√ Garantir implantação e efetiva manutenção de um plano de redução de resíduos, bem como de transformação destes em matéria-prima a ser reciclada;

√ Desenvolver com a área de compras, políticas de compras sustentáveis, criando um ranking para os fornecedores que deverão se comprometer a trabalhar com essa competência nos seus negócios;

√ Criar medidores de eficiência energética, hídrica e de qualidade do ar;

√ Promover programas de treinamento e desenvolvimento contínuos dos colaboradores para que se comprometam tanto dentro da empresa como em seus lares;

√ Aderir às boas práticas da empresa tais como governança corporativa, gerenciamento de projetos, dentre outras; Ω Apresentar relatórios periódicos dos principais KPIs;

√ Coordenar e apresentar o relatório anual de sustentabilidade.

Finalizo reforçando que o CSO é uma realidade em poucas empresas e um futuro não muito distante para as demais. Prometo retornar em breve, falando do CSO inserido em cada tipo de indústria e mercados e seu papel na transformação de empresas cinzas e Verde$.
"

Artigo de Fabiano Facó, aluno do MBA em Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade no Instituto Mauá de Tecnologia que atua no segmento da Sustentabilidade Corporativa, publicado originalmente no portal www.habitanteverde.com.br e retirado de www.revistasustentabilidade.com.br

terça-feira, 11 de maio de 2010

Retomada

Na próxima semana estarei retomando os posts no blog.

Abraços!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Primeiro Post de 2010: Dia D Contra a Dengue

Primeiro post de 2010 e olha eu protestando!!!!

Esta semana, dirigindo para o trabalho me deparei com uma faixa enorme bem no trevo de entrada de Senador Canedo com os seguintes dizeres: DIA D CONTRA A DENGUE: 23 DE NOVEMBRO. O problema da faixa é que estamos em F-E-V-E-R-E-I-R-O e em plena expansão da dengue no Estado, 512% de aumento nos casos e o dia D contra a dengue é em 23 de novembro???

Sinceramente, achei a iniciativa péssima... Dia D contra a dengue tem que ser todos os dias, cada um cuidando do seu quintal! Sou a favor de qualquer tipo de punição para aquelas pessoas que não se preocupam com o acúmulo de lixo e a formação de criadouros em suas residências ou propriedades, principalmente aquela punição que judia do bolso.

Hoje pela manhã quando passei pelo mesmo local, haviam retirado a faixa. Acho que alertaram a prefeitura sobre o mico que o município estava pagando...